Alergias mais comuns entre os brasileiros

No Brasil, entre 5% e 10% da população sofre algum tipo de alergia, doença que se torna mais recorrente na primavera e que facilmente pode ser confundido com outros. Talvez sofre de alguma de suas variantes e não sabe distingui-la, por isso é importante que você continue lendo e conheça tudo sobre as reações alérgicas.


Alergias


O aumento de casos de alergias em todo o mundo é tal, que se considera que, para o ano de 2010, a metade da população dos países industrializados sofrerá algum dos tipos de este tempo. A explicação de que assim suceda é o aumento de elementos poluentes na atmosfera, os quais sensibilizan os sistemas de defesa que protegem o nosso organismo.


Mas, para tudo isso, oque são alergias? Surgem como consequência de uma alteração do sistema imunológico, que responde de forma exagerada à presença de substâncias (chamadas de alérgenos), a que é sensível, e que são inofensivas para a maioria da população. Trata-Se de compostos, como pólen, certos alimentos, poeira, umidade, pêlos de animais, medicamentos, cosméticos, produtos químicos ou certos materiais têxteis, entre muitos outros, com os quais temos contato permanente e que podemos ser alérgicos.


A principal causa de alergia é a predisposição genética, ou seja, se nós somos alérgicos é muito provável que os nossos filhos também o sejam. Outra, muito importante, é a crescente tendência a sexual perante o primeiro sintoma de doença, sem deixar que o sistema defensivo agir por si mesmo, assim como a presença em alimentos diários (especialmente frutas e legumes) de pesticidas, substâncias químicas que são colocadas desde a sementeira até a colheita, a forma de proteção e que favorecem a ocorrência de processos alérgicos.


Batalhas no organismo, fonte de alergias


Para conhecer o mecanismo de ação da alergia, imagine que quando o alérgeno entra no organismo, ele reage como o faz ao ser atacado por vírus ou bactérias e protege a si mesmo produzindo anticorpos (imunoglobulinas) para neutralizar eventuais ataques futuros. Os anticorpos aderem às paredes dos tecidos, e ao fazer ato de presença, novamente, o alérgeno, libertam-se para atacá-lo. Esta separação do tecido provoca uma deterioração que dá origem à libertação de histamina, substância química que através do sangue que chega à pele e mucosas, gerando os sintomas característicos da alergia.


As manifestações desta doença podem ser confundidos com os de outras doenças, por exemplo, alguns alérgenos atacam as membranas mucosas do trato respiratório superior (boca, língua, palato, nariz e garganta), gerando espirros, muco, coceira, olhos lacrimejantes e infecções nos ouvidos, o que pode fazer parecer que se trata de gripe. Alguns outros produzem distúrbios digestivos, dores de cabeça, tonturas ou náuseas. Às vezes o único sintoma consiste em uma alteração da superfície da pele, como urticária e eczema.


A seguir os tipos mais comuns de alergias que sofre a população mexicana:



  • Asma. Doença do sistema respiratório que produz inflamação dos canais que levam o ar aos pulmões, como consequência de exagerada sensibilidade ou alergia para elementos irritantes, por exemplo, pólen, fumaça, pó, alguns medicamentos ou de pêlos de animais. Manifesta-Se com afogamento, tosse, aperto no peito e respiração com chiado ao respirar. Quando a pessoa se mantém estável, sua respiração pode ser considerado normal, já que o ar é capaz de fluir livremente para os pulmões, mas se você sofre de constipação, gripe ou exposição a substâncias acima referidas, as vias respiratórias ficam entupidos. Isso acontece porque se inflamam as paredes, contraem-se os músculos que as rodeiam, e a isso se soma elevada produção de muco, o que estreita ainda mais esses canais dificultando a respiração. Pode aparecer em qualquer idade, mas dificilmente antes dos 2 ou 3 anos; não é curável, só é possível controlá-la.

  • Conjuntivite. Entre o olho e a face interna da pálpebra encontra-se uma membrana mucosa que recebe o nome de conjuntiva, cuja função é manter úmidos os olhos e, em ação conjunta com as lágrimas, mantê-los livres de impurezas do meio ambiente. Assim, quando a conjuntiva se inflama, por contacto com pó, pêlos e penas de animais, flores e umidade, é chamada de conjuntivite, que é caracterizada pela sensação de objeto estranho no olho, vermelhidão da área branca, inflamação e comichão de pálpebras, assim como a secreção mucosa.

  • Eczema. Também chamada de dermatite por contato, trata-se de um surto de urticária vermelhas nas bochechas, pulsos, joelhos e a parte interna dos cotovelos, que provoca coceira intensa, vermelhidão, úlceras pequenas e descamação. O seu aparecimento está relacionado com um grande número de substâncias químicas que têm contacto com a pele. Pode ser apresentado a partir dos dois meses de idade ou em pessoas com pele seca, e até mesmo, em algumas ocasiões, depois de consumir certos alimentos, como o leite ou ovo. As substâncias irritantes mais comuns são sabonetes com fragrância ou cloro, materiais sintéticos e alguns cosméticos.

  • Rinite.Quando a alergia a pó, pólen, umidade e oxidação (entre outros compostos) é chamada de rinite alérgica, e pode apresentar-se em qualquer idade, e até mesmo ser herdada dos pais. Os sintomas são graduais e começam por produzir coceira no nariz, o palato, a parte posterior da garganta e olhos. Em seguida estes últimos choram, se manifestam espirros e escorrimento pelo nariz. Não é raro que haja dor de cabeça, tosse, febre, dificuldade para conciliar o sono, falta de apetite e a pessoa se torne mais deprimida e irritada.

O que fazer quando você sofre de alergias?


Até esta data a Medicina não tem soluções definitivas contra a alergia, só alivia momentaneamente os sintomas através de medicamentos paliativos, como os anti-histamínicos, que impedem a liberação de histamina, ou os broncodilatadores, que facilitam a respiração em crises asmáticas, bem como corticosteróides, hormônios sintéticos que eliminam os sintomas de inflamação.


Apesar disso, os tratamentos para alergias têm como base as vacinas, em 80% dos casos, e às quais se chega a fazer estudos específicos de cada paciente. Para indicar a vacina relevante, o médico realiza um teste de sensibilização da pele do doente, a qual consiste em reproduzir -comumente é nas costas – uma reação desse tipo, usando o contato com os alérgenos, selecionados de acordo com a história clínica do paciente; outro tipo de provas são as de provocação oral, úteis para diagnosticar o problema, quando é causado por medicamentos e alimentos. Desta forma, são identificadas as substâncias causadoras de alergia, e com os resultados que se prepara uma substância única que inmunice ao doente.


É importante recorrer a um verdadeiro especialista na matéria (alergistas), de quem se possa confiar a qualidade da vacina obtida, pois é comum encontrar no mercado vacinas sem um embasamento científico e que podem ter impacto na nossa saúde.